
E hoje, no dia mais atraente deste inverno, o sol raiou como uma nota impressa em um shofar.
Parece que os dias estão passando pela fenda da ampulheta, sem ao menos nos tocar.
De quanto tempo eu preciso para transformar meu intelecto, em pelo menos algo que faça valer a pena todo esforço de meus pais.
Esperar é um exercício de paciência, ter em quem esperar, é uma dádiva e entre ficar coexistindo no nada e habitar no mundo, fico com a interação, sem me esquecer de onde vim.

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